A 'Via Crucis' de uma criança: prefeita Rosinha e Paulo Hirano, por favor, respondam a essa campista.
Aos amigos, quem puder curte e COMPARTILHA! Saúde de Campos ta uma vergonha mesmo! Minha entiada fraturou a clavícula. Sem plano corremos para o Ferreira Machado, onde a menina de 5 anos foi atendida por volta das 17 horas grossamente por médicos e funcionários, sem ala especial, sendo obrigada a ver o íntimo de pacientes (homens e mulheres) que eram tratados como animais. De lá ela saiu sem qualquer medicação e apenas uma atadura no lugar do gesso (pois lá eles não colocam), sendo encaminhada para a Beneficência Portuguesa, onde já sabíamos que para tal atendimento seria necessária pegar senha em uma fila que está virando a madrugada no hospital.
De qualquer forma, esperançosos por ter o encaminhamento em mãos seguimos para a Beneficência onde comprovamos que a menina não poderia por o gesso no mesmo dia. Seguimos para os Plantadores de Cana (sem ortopedista no dia), seguimos para o HGG onde disseram não ter ortopedista, ou na UPA que também não tinha e o aparelho de Raio X estava quebrado. Ou seja viramos a noite com a menina acidentada sem tratamento correto. Hoje pela manhã levamos a menina às 6 horas da manhã para a Beneficência Portuguesa, onde uma havia uma fila de mais de 30 metros, onde pessoas usavam seu tempo para vender seus lugares na fila (sem nenhuma fiscalização).
Após horas na mesma, vendo crianças e idosos jogados ao sol, sem nenhuma cobertura, pegamos a senha e fomos direcionados a um cubículo, onde as pessoas eram amontuadas sem nenhuma infra estrutura ou organização para efetuar o "prontuário", onde muita gente passava mal devido a suas enfermidades e calor excessivo. Após todo o circuito que mais parecia um abatedouro de gado do que hospital, saímos de lá às 11 horas instruídos a retornar às 12 horas (meio dia) para atendimento pelo "Dr." F.P. Retornamos às 13 horas, cientes que demoraria mais do que o tempo marcado, para nossa surpresa (ou não) o "Ortopedista" ainda não havia chegado e os prontuários só começaram a ser entregues às 13:30 hrs. onde achamos que haveria o atendimento. Estávamos enganados!
Fomos abrigados em uma sala de espera, onde a energia do hospital começou a oscilar, caindo e retornando diversas vezes (UM HOSPITAL SEM GERADOR). Para completar alguns pacientes começam a relatar que o "Dr." F.P havia abandonado as dependências do hospital pela inseguridade da energia elétrica (ou seja, chegou, não fez nada, e voltou pra casa). Como tratava-se de comentários, não levamos em consideração e continuamos aguardando, afinal os funcionários da Beneficência Portuguesa avisariam se isso ocorresse, certo? Errado! Cansados de esperar fomos perguntar, e o homem que se diz médico FP, havia realmente ido embora largando todos os pacientes sem atendimento, e ninguém falou nada para quem aguardava. Reclamando da situação, tivemos o prontuário recolhido assim como a senha (para eliminação de provas creio eu). E a orientação que tivemos que passar para uma menina de 5 anos: "-Volte amanhã, é só vir cedo novamente e pegar outra senha!" Que talvez sejamos atendidos ou feitos de palhaços novamente!
Tais de Freitas Paesvia facebook
Postado por Cláudio Andrade às 23:54
De qualquer forma, esperançosos por ter o encaminhamento em mãos seguimos para a Beneficência onde comprovamos que a menina não poderia por o gesso no mesmo dia. Seguimos para os Plantadores de Cana (sem ortopedista no dia), seguimos para o HGG onde disseram não ter ortopedista, ou na UPA que também não tinha e o aparelho de Raio X estava quebrado. Ou seja viramos a noite com a menina acidentada sem tratamento correto. Hoje pela manhã levamos a menina às 6 horas da manhã para a Beneficência Portuguesa, onde uma havia uma fila de mais de 30 metros, onde pessoas usavam seu tempo para vender seus lugares na fila (sem nenhuma fiscalização).
Após horas na mesma, vendo crianças e idosos jogados ao sol, sem nenhuma cobertura, pegamos a senha e fomos direcionados a um cubículo, onde as pessoas eram amontuadas sem nenhuma infra estrutura ou organização para efetuar o "prontuário", onde muita gente passava mal devido a suas enfermidades e calor excessivo. Após todo o circuito que mais parecia um abatedouro de gado do que hospital, saímos de lá às 11 horas instruídos a retornar às 12 horas (meio dia) para atendimento pelo "Dr." F.P. Retornamos às 13 horas, cientes que demoraria mais do que o tempo marcado, para nossa surpresa (ou não) o "Ortopedista" ainda não havia chegado e os prontuários só começaram a ser entregues às 13:30 hrs. onde achamos que haveria o atendimento. Estávamos enganados!
Fomos abrigados em uma sala de espera, onde a energia do hospital começou a oscilar, caindo e retornando diversas vezes (UM HOSPITAL SEM GERADOR). Para completar alguns pacientes começam a relatar que o "Dr." F.P havia abandonado as dependências do hospital pela inseguridade da energia elétrica (ou seja, chegou, não fez nada, e voltou pra casa). Como tratava-se de comentários, não levamos em consideração e continuamos aguardando, afinal os funcionários da Beneficência Portuguesa avisariam se isso ocorresse, certo? Errado! Cansados de esperar fomos perguntar, e o homem que se diz médico FP, havia realmente ido embora largando todos os pacientes sem atendimento, e ninguém falou nada para quem aguardava. Reclamando da situação, tivemos o prontuário recolhido assim como a senha (para eliminação de provas creio eu). E a orientação que tivemos que passar para uma menina de 5 anos: "-Volte amanhã, é só vir cedo novamente e pegar outra senha!" Que talvez sejamos atendidos ou feitos de palhaços novamente!
Tais de Freitas Paesvia facebook
Postado por Cláudio Andrade às 23:54

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